Cookies de banana, coco e aveia sem açúcar

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação da Lactante Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Receitas // 6 de maio de 2015

11126725_10206592483988483_1052430077_nEsse biscoitinho é uma ótima opção para os bebês de 1 ano que estão começando a comer a comida da família e que, nem por isso, devem receber lanchinhos cheios de açúcar, gordura hidrogenada e substâncias estranhas ao organismo, como conservantes, corantes, espessantes, aromatizantes, etc.

Ao preparar biscoitos e pães em casa, assim como as outras refeições, você garante que seu filho está comendo somente aquilo que você gostaria que ele comesse: comida de verdade, cheia de ingredientes frescos e de qualidade.

Claro que essa receita vale para todas as crianças e até para os adultos. É super prática de preparar, até as mamães que não são fãs da cozinha podem se aventurar. Aí vai a receita:

INGREDIENTES:
– 5 bananas pequenas amassadas (ou 3 grandes)
– 50 ml de leite de coco
– 3 colheres de sopa de coco ralado
– 1 1/2 xícara de aveia em flocos
– 2 colheres de sopa de uvas-passas (ou ameixas secas ou tâmaras picadinhas)

MODO DE PREPARO:
Em uma tigela, misture todos os ingredientes até que fiquem bem incorporados. Molde no formato que desejar e coloque em uma assadeira em forno baixo preaquecido por 15 minutos. Fica molinho por cima e mais durinho por baixo. As crianças amam!
Duram 3 dias em pote bem fechado.

DICA DA NUTRI:
O biscoito fica bem docinho para o meu paladar e, com toda certeza, para o dos bebês também. Mas caso prefiram acrescentar um docinho, sugiro que seja o mel, melado, açúcar de coco ou açúcar mascavo, apenas 1 colher de sobremesa para esta receita. Lembrando que quanto mais açúcar ingerimos, mais nosso paladar fica condicionado e menos sentimos o sabor doce nos alimentos. É muito importante educar, desde cedo, o paladar das crianças para sabores mais naturais e suaves, como, no caso, o docinho da banana e das uvas-passas desses cookies.

Quando introduzir ovo, peixe e glúten na papinha do bebê?

0 Comentários // em Alimentação do Bebê // 30 de abril de 2015

11198575_10206552874318266_587677618_nEssa é uma questão que vem sendo bastante estudada nos últimos tempos e, ultimamente, tenho recebido em meu consultório muitos pais mal orientados sobre quando introduzir esses alimentos, considerados mais alergênicos, na alimentação dos seus filhos.

Ao contrário do que muito se fala por aí, não há nenhum estudo científico que comprove que postergar a introdução desses alimentos na dieta do bebê diminua as chances de desenvolver alguma alergia. Pelo contrário! Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria:

“A introdução de certos alimentos potencialmente alergênicos, como ovo e peixe, pode ser realizada a partir do sexto mês de vida mesmo em crianças com histórico familiar de alergia alimentar. Os estudos que avaliaram os benefícios dessa introdução a partir dos 6 meses, e não tardia, observaram menor risco de desenvolvimento futuro de desfechos alérgicos. A introdução após 1 ano parece aumentar ainda mais os riscos de alergia.”

E aí vem a pergunta: mas porque aos 6 meses?

Porque nessa fase existe um período chamado “janela imunológica” onde os alimentos como ovo, peixe e glúten passam a ter um fator alergênico menor.

INDICAÇÃO DE INTRODUÇÃO SEGUNDO A SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA

11178416_10206552874558272_1326706349_nOVO: a partir dos 6 meses. O risco de alergia ao ovo aumenta em 1,5 vezes quando introduzido após os 9 meses e 3 vezes quando introduzido após 1 ano. É importante que se cozinhe bem o ovo em água fervente por 15 minutos até que fique bem duro, evitando assim, uma possível intoxicação por bactéria como a salmonela. Ofereça primeiro a gema aos poucos, para depois oferecer a clara.

PEIXE: a partir dos 6 meses. Se introduzirmos antes dos 9 meses diminui em 24% o risco de dermatite. Sempre indico peixes de sabor mais suave e com pouca/sem espinha: linguado, merluza, tilápia, badejo, pescada, robalo. Desfie bem para assegurar a ausência de espinhas.

GLÚTEN: a partir de 6 meses. O risco de desenvolvimento de doença celíaca se eleva com a introdução de alimentos contendo glúten antes dos 3 meses ou após os 7 meses em bebês geneticamente predispostos. Tal introdução (precoce ou tardia) pode também estar associada com risco elevado de diabetes tipo 1. E em qual alimento o glúten pode ser encontrado nessa fase de introdução alimentar? Principalmente no macarrão, pães e biscoitos a base de farinha de trigo. Lembrando que pães e biscoitos só entram na alimentação do bebê a partir de 1 ano de idade. Portanto, aos 6 meses, é indicado introduzir o macarrãozinho.

LEMBRETE IMPORTANTE:

A recomendação de introdução do leite de vaca e seus derivados, assim como das oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc) é a partir de 1 ano de idade.

 

A Ceia de Natal do Bebê – Dicas e Receitas

0 Comentários // em Alimentação do Bebê Eventos Receitas // 21 de dezembro de 2014

foto (5)

Este será o primeiro Natal do seu bebê, um momento de alegria e celebração e, claro, ele não poderá ficar de fora de um dos momentos mais prazerosos da noite: a ceia. Porém, sabemos que nem tudo é permitido na alimentação dos pequenos até 1 ano de idade, e alguns cuidados devem ser tomados:

  • Alguns pratos da ceia da família podem ser usados para o preparo da papa do bebê, como, por exemplo, as carnes do peru e chester, a lentilha e o grão-de-bico, o arroz com frutas secas e os legumes cozidos, portanto, atenção na hora de usar os temperos, opte pelos mais naturais (alho, cebolinha, salsa, coentro, sálvia, cebola, alho-poró, alecrim, manjericão, etc) e use pouco sal. Excepcionalmente, seu bebê poderá comer uma papinha com um pouco de sal, sem problemas. Caso a família seja adepta das comidas mais condimentadas, sempre existe a possibilidade de fazer a papa do bebê separadamente, entretanto, usando os mesmos ingredientes da ceia da família. Fica a critério de vocês.
  • Evite oferecer carnes muito gordurosas, como tender, pernil e lombo de porco, por exemplo. Escolha cortes mais magros, como o peito das aves, e sempre descarte as peles. Preparações cozidas, assadas ou grelhadas devem ser priorizadas. As frituras não devem fazer parte da ceia dos bebês.
  • O bacalhau e os frutos do mar não devem ser oferecidos para bebês menores de 1 ano de idade.
  • Essa é uma excelente época para os pequenos provarem frutas que não fazem parte da rotina alimentar durante o ano, como a lichia, as tâmaras, as cerejas e as frutas secas (ameixa, damasco e passas). Todas elas podem ser oferecidas a partir dos 6 meses de idade, sempre adequando a consistência e o modo de preparo à capacidade do bebê. As frutas secas, por exemplo, podem ser cozidas e amassadas ou levemente processadas para serem oferecidas para bebês que estão começando a introdução alimentar. Já os bebês que aceitam pedacinhos, as frutas podem ser apenas picadinhas. Lembrando que as frutas em calda têm muito açúcar e não devem ser oferecidas.
  • Os doces e sobremesas em geral não devem ser oferecidos. O açúcar, em quantidades moderadas, só deve fazer parte da alimentação das crianças maiores de 2 anos.
  • As sementes oleaginosas (nozes, avelãs, castanhas, pistaches, amendoins) são bastante alergênicas e só devem ser oferecidas após o primeiro ano de vida.
  • Para petiscar, legumes cozidos al dente para comer com a mão são uma ótima pedida, os bebês adoram ficar mordiscando e chupando brócolis e cenouras em palitinhos. Fiquem atentos às quantidades, para que eles não deixem de comer a papa da ceia, super nutritiva e carinhosamente preparada especialmente para eles.

SUGESTÕES DE PAPINHAS PARA A CEIA

- SALGADAS -

vitrine03_papinhasOrganixas1

Papa de peru, arroz com passas, lentilha, cenoura e espinafre

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de alecrim
  • 1 fatia pequena de peito de peru assado
  • 2 colheres de sopa de arroz com passas cozido
  • 1 colher de sopa de lentilha
  • 1 colher de sopa de cenoura picadinha em cubos
  • 1 colher de sopa de espinafre picado fininho

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente a lentilha e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a cenoura e deixe que cozinhe até ficar macia, para então acrescentar o espinafre, o peru o arroz com passas e o alecrim. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronto. Desfie o peru e amasse com um garfo o restante dos alimentos cozidos.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de chester, mandioquinha, grão-de-bico, damasco, brócolis e couve-flor

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de sálvia
  • 1 fatia pequena de peito de chester
  • 2 colheres de sopa de mandioquinha picada em cubos
  • 1 colher de sopa de grão de bico
  • 1 damasco seco (previamente hidratado em água filtrada por 30 minutos)
  • 1 florete de brócolis
  • 1 florete de couve-flor

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente o grão-de-bico e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a mandioquinha, o brócolis e a couve-flor e deixe que cozinhem até ficarem macios, para então acrescentar o damasco, o chester e a sálvia. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronto. Desfie o chester e amasse com um garfo o restante dos alimentos cozidos.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de maminha assada com manjericão, batata inglesa, lentilha, abóbora e acelga

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de salsinha bem picadinha
  • 1/2 fatia de maminha assada com manjericão
  • 2 colheres de sopa de batata inglesa picadinha em pequenos cubos
  • 1 colher de sopa de lentilha
  • 2 colheres de sopa de abóbora picadinha em cubos
  • 1 colher de sopa de acelga picada bem fininha

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente a lentilha e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a abóbora e a batata, deixe que cozinhem até ficarem macias, para então acrescentar a acelga e a salsinha. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronta. Acrescente a maminha picada em pedaços bem pequenos ou, se seu bebê está começando a comer agora, a carne poderá ser levemente triturada, assim como a acelga. O restante dos alimentos deverão ser amassados com um garfo ou picadinhos, dependendo do estágio de desenvolvimento do seu bebê.

Rende de 1 a 2 porções.

- DOCES -

papinha-gourmet-bazaar-kids-interna

Papa de pera, erva-doce e lichia

  • 1 pera sem casca picadinha
  • 1 colher de sopa de lichia picada
  • ½ colher de chá de erva-doce

Cozinhe a pera no vapor junto com a erva-doce até que fique bem molinha. Despreze a erva-doce e amasse, espere esfriar, amasse a pera e a lichia com um garfo e sirva.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de tâmaras e banana

  • 3 tâmaras
  • 1 banana

Coloque as tâmaras em água fervente por 5 minutos, despreze os caroços e processe-as com um mixer ou no liquidificador. Amasse a banana com um garfo e misture as tâmaras processadas. Sirva morno ou temperatura ambiente.

Rende 1 porção.

Papa de pêssego e cereja

  • 1 pêssego sem casca e semente
  • 5 cerejas frescas sem cascas e sementes

Pique e amasse com um garfo o pêssego e as cerejas, sirva gelado.

Rende 1 porção.

BOAS FESTAS!

Geleia caseira de ameixa para constipação intestinal

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação da Lactante Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Dicas da Nutricionista Receitas // 18 de dezembro de 2014

10833670_10205451929155325_155921616_nEssa geleia é bastante famosa entre meus pacientes que chegam até mim com queixa de intestino preso. Além de ser uma forma natural e nutritiva para tratar a constipação intestinal, ela também é bem gostosa e vai bem com iogurtes naturais, pães ou biscoitos, como recheio de bolos ou mesmo pura, como doce de colher. Para os bebês, ela pode ser acrescentada às papinhas de fruta ou pode ser dada pura, também.

Ela pode ser preparada de duas maneiras, que surtem o mesmo efeito: somente com ameixas secas ou com ameixas secas e damascos secos em proporções iguais. Depende do seu paladar ou do paladar da criança, vale testar as duas para decidir qual a preferida ou mesmo intercalar o consumo, para variar.

Recomendo que se consuma até 2 colheres de sopa cheias ao dia. Para crianças e bebês, pode-se começar a oferecer de 1 a 2 colheres de sobremesa por dia, observando aceitação, podendo aumentar para até 2 colheres de sopa. Geralmente 2 colheres de sobremesa funcionam muito bem.

Aí vai a receita com algumas fotos da que eu fiz hoje em casa somente com umas ameixas que estavam paradas na geladeira.

INGREDIENTES

- 2 xícaras de ameixas secas (ou 1 xícara de ameixas secas mais 1 xícara de damascos secos)

- Água suficiente para cobrir as frutas

- 2 pauzinhos de canela

OBS.: Na minha, usei mais temperinhos, porque gosto dela mais picante. Usei, além da canela em pau: cardamomo em pó, cravo-da-índia em pó, gengibre em pedacinhos e em pó e canela em pó. A quantidade fica a critério do paladar de vocês. Para crianças e, principalmente, bebês, recomendo usar somente a canela em pau para dar um gostinho durante o cozimento.

10850775_10205451929035322_1040034661_n

MODO DE PREPARO

Levar as ameixas secas ao fogo em uma panela com água suficiente para tampar, acrescente a canela e pau e demais temperos de sua escolha. Após fervura, abaixe o fogo e deixe reduzir, até sobrar somente as ameixas já bem molinhas e desmanchando. Retire os paus da canela e bata em um processador ou liquidificador até alcançar a consistência da sua preferência.

OBS.: A que eu fiz hoje e que aparece na foto, eu não processei, apenas fui amassando com a colher durante o cozimento para formar uma geleia. Para bebês e crianças, processar aumenta a aceitação.

 

Papinhas para o almoço e jantar do bebê

0 Comentários // em Alimentação do Bebê Eventos Receitas // 22 de novembro de 2014

papinha-de-nenem7

As receitas abaixo podem ser oferecidas para os bebês que já passaram pela fase inicial de introdução dos alimentos e já comem a papinha completa, com alimentos de todos os grupos alimentares. Para quem não sabe, no início da introdução alimentar, os alimentos vão sendo oferecidos um a um, aos poucos, por exemplo: no primeiro dia, uma papinha só de batata inglesa é oferecida, no segundo dia, uma papinha de cenoura, no terceiro, já se oferece uma papinha que contenha a batata inglesa mais a cenoura. E assim por diante, até que o bebê tenha contato com todos os alimentos permitidos para a idade e comece a comer a papinha completa. Isso geralmente ocorre ao final do primeiro mês de introdução da alimentação complementar e  início do segundo mês.

A papinha completa é composta por um alimento de cada grupo abaixo:

  1. CARNES, PEIXES E OVOS: Carne de boi magra (filé mignon, maminha de alcatra, coxão mole ou chã de dentro, patinho), Frango orgânico sem pele, Fígado, Ovo caipira, Peixe de sabor suave (linguado, merluza, cação).
  2. LEGUMINOSAS: Ervilha, Feijão, Lentilha, Grão de bico.
  3. TUBÉRCULOS E CEREAIS: Aipim, Arroz branco, Batata doce, Batata baroa, Batata inglesa, Inhame, Macarrão.
  4. HORTALIÇAS: Abóbora, Abobrinha, Acelga, Agrião, Alface, Berinjela, Brócolis, Bertalha, Cenoura, Chuchu, Couve, Couve-flor. Espinafre, Quiabo, Repolho, Rúcula, Taioba, Vagem (OBS.: Desse grupo devem ser escolhidos de dois a três ingredientes diferentes).
  5. TEMPEROS: Alecrim, Alho, Alho-poró, Cebola, Cebolinha, Coentro, Erva-doce, Hortelã, Manjericão, Orégano,  Salsa,  Sálvia, Tomilho (OBS.: Os temperos podem ser usados a vontade, porém, fiquem atentos à quantidade, para que eles apenas realcem o sabor dos alimentos, e não o mascarem).
  6. GORDURAS: Azeite de oliva, Óleo de coco.

Abaixo, deixo 5 receitas de papinhas salgadas. Vale lembrar que, apesar das papinhas serem consideradas salgadas, não se utiliza sal no preparo. Os únicos temperos utilizados são os naturais, listados acima.

PAPINHA DE CARNE, MACARRÃO, FEIJÃO, CENOURA E BRÓCOLIS

© Copyright 2011 CorbisCorporation1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho moído
2 colheres de sopa de carne moída
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de macarrão para sopa
2 colher de sopa de cenoura picada em cubos
2 colher de sopa de brócolis picados
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e a carne moída. Acrescente, em seguida, a cenoura, o brócolis e o macarrão. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte o feijão e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

 PAPINHA DE FÍGADO, BATATA DOCE, FEIJÃO, ABÓBORA E ACELGA

1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho amassado
2 colheres de sopa de fígado cortado em cubos pequenos
1/2  batata doce pequena cortada em cubos
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de abóbora
2 colheres de sopa de acelga
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e o fígado. Acrescente em seguida a batata doce e a abóbora. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte o feijão e a acelga e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

PAPINHA DE FRANGO, ERVILHA, FUBÁ, CENOURA E COUVE

337_papinha-de-fuba,-carne-moida-e-espinafre_b5f49323811 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho amassado
2 colheres de sopa de frango picadinho em cubos
1 colher de sopa de ervilha
2 colheres de sopa de fubá
½ cenoura pequena picada em cubos
2 colheres de sopa de couve picada
½ xícara de chá de água filtrada
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e o frango. Acrescente em seguida a ervilha e a cenoura e cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Acrescente a água fria e o fubá. Deixe cozinhar, sem parar de mexer até que o caldo fique encorpado. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Se necessário, acrescente mais água. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

PAPINHA DE PEIXE, BATATA INGLESA, ABÓBORA, BETERRABA E ESPINAFRE

0,,46196887,00
1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 colher de chá de salsinha picada
2 colheres de chá de suco de limão
2 colheres de sopa de peixe picado em cubos
1 batata inglesa pequena
2 colheres de sopa de abóbora picada em cubinhos
2 colheres de sopa de beterraba picada em cubinhos
2 colheres de sopa de espinafre picado
 
Deixe o peixe descansar por alguns minutos no suco de limão, para pegar um gostinho. Em uma panela, refogue a cebola no óleo e acrescente a salsinha e a beterraba, cubra com água. Deixe cozinhar um pouco. Quando começar a amolecer, acrescente a batata, a abóbora, o peixe e, por fim, as folhas de espinafre. Se necessário, acrescente mais água. Quando todos os ingredientes estiverem bem macios, amasse-os com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 9 meses, quando se recomenda a introdução dos peixes na alimentação do bebê.

 PAPINHA DE OVO, MANDIOQUINHA, FEIJÃO, CHUCHU, ABÓBORA E AGRIÃO

PapinhaAbobrinhaAboboraCarneAcelga1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebolinha picada
1 ovo cozido picado
2 colheres de sopa de mandioquinha em cubos
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de chuchu em cubos
2 colheres de sopa de abóbora em cubos
2 colheres de sopa de agrião picado
 
Em uma panela, coloque o óleo, a cebolinha, a mandioquinha e cubra com água. Quando já estiver um pouco mais macia, acrescente o chuchu e a abóbora, deixe cozinhar. Quando todos os ingredientes já estiverem bem macios, acrescente o feijão e o agrião e cozinhe por mais 5 minutos. Depois de pronto, amasse com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 8 meses, após introdução da gema e da clara, separadamente, na alimentação do bebê.
 
 

Congelamento e Descongelamento de Papinhas

0 Comentários // em Alimentação do Bebê // 19 de novembro de 2014

186120795

Recebo muitas mensagens com dúvidas sobre o congelamento da papinha do bebê:

“Posso congelar a papinha? Com o congelamento, a papinha perde nutrientes? Qual o melhor método de congelamento? Quanto tempo posso armazenar a papinha na geladeira e no congelador? Como descongelar? O uso do microondas é recomendado?”

Então, resolvi escrever esse post para responder a todas essas dúvidas e garanto que tudo é muito mais simples do que vocês imaginam. Antes de mais nada, vale esclarecer, de uma vez por todas, que a perda nutricional é mínima com o congelamento. Nas carnes, nas aves e nos peixes, por exemplo, o congelamento praticamente não afeta o conteúdo de proteínas, vitaminas e minerais. Isso quer dizer que oferecer uma papinha congelada é a mesma coisa que oferecer uma papinha fresca? Claro que não. A comida feita na hora é sempre mais gostosa, conserva todas as suas características como sabor, cor, textura, cheiro e contém um pouco mais de nutrientes, portanto, deve sempre ser priorizada.

371686-11ALIMENTOS QUE NÃO DEVEM SER CONGELADOS

Embora o congelamento não traga efeitos negativos para a segurança de nenhum alimento, alguns perdem a textura, a firmeza e o aspecto sensorial e gustativo.

São eles: tomate, batata, pepino, rabanete, salsão, verdura de folha (alface, agrião, rúcula), ovo com casca, iogurte, creme de leite, queijos cremosos e macarrão sem molho, banana, pera, melancia, goiaba, uva, laranja, limão.

COMO CONGELAR A PAPINHA

Logo após o fim do preparo da papinha, esta deverá passar por um processo de resfriamento antes de ser congelada. É bastante simples, basta seguir o passo-a-passo a seguir:

  1. Assim que a papinha estiver pronta, mergulhe a panela (de vidro, de preferência) em uma bacia maior com gelo e água. Vá mexendo a papinha até esfriar e chegar à temperatura ambiente. Com esse choque térmico, a cocção será interrompida e a papinha estará pronta para ser congelada. De forma alguma, a papinha poderá entrar em contato com essa água do resfriamento, fiquem atentos!papinha-congelada-3
  2. Depois de resfriada, coloque a papinha em pequenos recipientes, em porções individuais, aquelas normalmente consumidas pelo bebê. Esses potes deverão ser de vidro ou plástico (somente os livres de bisfenol ou BPA free), previamente higienizados e esterilizados por 5 minutos em água fervente. É importante que as papinhas sejam congeladas em porções individuais, uma vez que, ao serem retiradas do congelador, não poderão ser congeladas novamente. Assim, evita-se o desperdício de descongelar e ter que descartar o que não foi consumido.
  3. Etiquete os potinhos com as seguintes informações:
  • Ingredientes da papinha
  • Data da preparação
  • Validade

VALIDADE DAS PAPINHAS NO CONGELADOR

  • Papinha de frutas – 6 meses
  • Papinha de legumes – 6 meses
  • Papinha de carne, frango ou peixe com legumes – 1 a 2 meses

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A PAPINHA QUE SERÁ CONGELADA

  • Sugiro que os alimentos que compõe a papa sejam congelados em pedaços. Amasse somente depois de descongelados.
  • As papinhas devem sempre ser congeladas tampadas. Não utilize forminhas de gelo, por exemplo. Recipientes com tampa de papelão também não são recomendados, uma vez que não têm uma vedação adequada e ainda podem grudar na papinha. Os mais indicados, como já dito, são os potinhos de vidro com tampa de plástico e os de plástico livre de bisfenol A, que são vendidos com o selo “BPA free”. Algumas marcas que vocês encontrarão no mercado que fabricam recipientes livres de bisfenol: Tomy, Ou, Avent, Sanremo, Plasvale, Plasútil, entre outras. Ao comprar, sempre procurem o selo BPA free ou Livre de Bisfenol.

bpa free

COMO DESCONGELAR A PAPINHA

A papinha sempre deverá ser descongelada na geladeira, nunca em temperatura ambiente, pois oferece um risco maior de contaminação. O ideal é que se retire a papinha do congelador na noite anterior e deixe na geladeira durante o período da noite. É necessária, em média, 12 horas para o descongelamento total da papinha. No dia seguinte, um pouco antes de servir, esquente em banho-maria e sirva.

O uso do microondas não é aconselhável no preparo das comidas das crianças e, além disso, o descongelamento ocorre de maneira não uniforme e com maior perda de fluidos do alimento. Por isso, a melhor maneira é descongelar na geladeira, para depois aquecer em banho-maria para consumo.

Caso se descongele um pote de papinha e o bebê não o consumir imediatamente, este poderá ser guardado na geladeira e consumido em até 24 horas. Nenhum alimento que o bebê tenha começado a comer, ou seja, que tenha tido contato com a sua saliva, deve ser reaproveitado, ou seja, esse alimento não deve ser guardado e oferecido mais tarde.

papinha-gourmet-bazaar-kids-interna

Experimentando novos sabores: 10 combinações de frutas para a papinha do bebê

0 Comentários // em Alimentação do Bebê Receitas // 16 de outubro de 2014

url-2As frutas são os primeiros alimentos que os bebês experimentam com a introdução da alimentação complementar. Inicialmente, a papa deve ser feita somente com uma fruta amassadinha com o garfo. Nada de usar o liquidificador ou a peneira, a papa deverá ficar consistente para estimular a mastigação do bebê.

As frutas deverão ser oferecidas uma a uma, aos poucos, para que a criança se familiarize com os diferentes sabores e consistências. Geralmente, as quantidades aceitas são bem pequenas, de 1 a 2 colherinhas, e, sim, elas fazem careta! Nada disso, necessariamente, é indício de que o bebê não gostou da fruta oferecida, pode ser, apenas, uma reação de estranhamento às novidades: a colher, o sabor, a textura e consistência do alimento. Com o tempo, o bebê passa a aceitar melhor as frutas e a conhecer seus sabores. Cada um no seu tempo.

Passada essa fase inicial de introdução das frutas e de adaptação, é chegada a hora em que é possível incrementar as papinhas fazendo combinações entre as frutas. Aí vão algumas sugestões:

1. PAPA DE TÂMARA E BANANA

  • 3 tâmaras
  • 1 banana madura

Coloque as tâmaras em água fervente por 1 minuto e processe-as com um mixer ou no liquidificador. Amasse a banana e misture as tâmaras processadas.

2. PAPA DE PERA, ERVA-DOCE E BANANA

  • pure-fruta1/2 pera sem casca picadinha
  • 1 banana bem madura
  • 1/2 colher de chá de erva-doce

Cozinhe a pera no vapor junto com a erva-doce, até que fique bem molinha. Depois de cozida, despreze a erva doce e amasse a pera com a banana.

Uma variação dessa receita é usar a maçã no lugar da pera e a canela em pau no lugar da erva-doce. Também fica uma delicia!

3. PAPA DE CENOURA, MAÇÃ E UVA-PASSA

  • 1/2 maçã
  • 1 xícara de cenouras fatiadas
  • 1/4 xícara de passas
  • 1/2 xícara (120 ml) de água

Descasque e tire o miolo da maçã e corte em pequenos pedaços. Leve a cenoura picada ao fogo, refogando por 5 minutos. Adicione a maçã, as passas e a água; tampe e cozinhe por 10 minutos ou até as cenouras ficarem bem macias. Depois basta amassar e servir morninha.

papinha024. PAPA DE MANGA E CAQUI

  • 1 manga descascada picada
  • 2 caquis descascados picados ou 2 pêssegos descascados picados

Amasse com um garfo separadamente e depois misture. Está pronto!

5. PAPA DE NECTARINA E CEREJA

  • 2 nectarinas
  • 150 g de cerejas frescas (fora da época, use cerejas congeladas sem caroços)

Coloque as nectarinas e as cerejas em água fervente por 1 minuto, deixe esfriar e descasque-as. Corte a polpa em pedaços e despreze as sementes. Amasse com o garfo e sirva à temperatura ambiente.

6. SORBET DE MANGA E BANANA COM RASPAS DE LARANJA

Para os dias quentes!

  • 1 manga haden bem madura
  • 1 banana bem madura
  • Raspas de casca de laranja

Retire toda a polpa da manga, espremendo, inclusive, o caroço e coloque em um recipiente junto com a banana sem casca. Leve ao freezer por uma hora e bata, ligeiramente, com o mixer ou liquidificador até formar uma massa homogênea. Não bata muito, para que a consistência não fique muito mole.

7. PAPA DE MELANCIA E BANANA

  • 5 cubos (2,5 cm) de melancia sem sementes
  • 1/2 banana pequena bem madura

Amasse bem e sirva.

8. 2fd59fdf4035cc8459652615d258d0eeuniqueidcmcimage1COMPOTA DE MAÇÃ, BANANA E PERA

  • 1 maçã-gala descascada e cortada em cubos médios
  • 1 banana-prata descascada e cortada em rodelas de 1 cm
  • 1 pêra descascada cortada em cubos médios

Coloque as frutas em uma panela e leve ao fogo bem baixo; tampe e deixe cozinhar assim mesmo, sem água, até que as frutas tenham ficado bem moles, desmanchando. Depois basta amassar com o garfo e servir.

9. COMPOTA DE MANGA E MAÇÃ

  • 1 manga haden ou tommy bem madura
  • 2 maçãs fugi ou argentinas
  • 2  colheres de sopa de suco da própria manga (esprema bem o caroço)

Descasque bem a manga e as maçãs e corte-as em pedaços de mesmo tamanho, mais ou menos 2,5 cm. Coloque todos os ingredientes em uma panela, tampe e cozinhe em fogo baixo de 5 a 8 minutos, até estarem bem macias. Depois é só amassar e servir na temperatura que desejar, morninha, temperatura ambiente ou gelada.

10. PURÊ DE ABACATE, PERA COM NÉCTAR DE MAMÃO

  • 1/2 pêssego maduro
  • 2 colheres de sopa cheias de abacate maduro
  • 1 colher de sopa (15 ml) de suco de mamão

Descasque o pêssego e corte-o em pequenos pedaços. Coloque o abacate e o pêessego em um recipiente e amasse-os. Derrame o suco de mamão sobre as frutas e misture levemente.

Bom apetite!

Sobre a Nutrição Pediátrica – Uma Homenagem ao Dia do Nutricionista

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Eventos // 31 de agosto de 2014

Há alguns dias recebi um convite de uma amiga para escrever um texto, em homenagem ao dia do nutricionista, que retratasse a minha área de atuação: a nutrição pediátrica. Para mim, sempre é um prazer escrever, logo, aceitei prontamente o convite. Tirei uma manhã livre para a tarefa, sentei com um caderno na mão e comecei a pensar em como poderia organizar e condensar em um único texto todos os aspectos relacionados a um tema tão abrangente.

A verdade é que a nutrição por si só é riquíssima, falar sobre alimentação não tem fim. É tarefa de uma vida, ou mais. A nutrição infantil, por ser muito específica e por trazer uma série de aspectos que acompanham o desenvolvimento motor e psíquico da criança, assim como sua relação com o meio onde vivem e a família, abrange áreas que extrapolam a nutrição em si. Ser nutricionista pediátrica traz consigo a necessidade de entender o universo infantil na íntegra e relacioná-lo ao seu comportamento alimentar. Eis aí o desafio.

Após algumas horas pensando a respeito do tema e escrevendo minhas idéias, saiu o seguinte texto, que eu dedico à todas as nutricionistas pediátricas, aos professores e autores incríveis que me acompanham nessa jornada de aprofundamento nessa área tão linda, às mães e a às crianças que chegam até meu consultório e aos profissionais que acreditam no meu trabalho e sempre me indicam para os seus pacientes. O dia de hoje é de todos nós!

“Do primeiro ano de vida até a adolescência, mudanças significativas ocorrem na alimentação da criança. Na infância é tempo de constituir a competência alimentar, a autonomia sobre o desejo em relação aos alimentos, a escuta do próprio corpo e, também, é tempo de dar nomes e significados à comida. Nessa fase de transição, que vai da dependência à independência alimentar, as preferências e os hábitos de vida são formados, portanto, exige-se um cuidado maior com a quantidade e a qualidade da alimentação ofertada.

A nutrição pediátrica, por sua vez, transgride o cálculo das necessidades diárias de nutrientes para o crescimento e desenvolvimento adequados da criança, é papel do profissional atuante nessa área investigar a dinâmica familiar em volta da mesa, a procedência dos alimentos consumidos, assim como a sua representatividade para cada criança. Também é responsabilidade do nutricionista dar suporte à família no desenvolvimento da autonomia e competência alimentares na infância, para que as crianças possam confiar em seus sinais internos de fome, apetite e saciedade e tenham uma atitude confortável e positiva em relação à alimentação, conseguindo, assim, harmonizar seus desejos com as escolhas alimentares e as quantidades consumidas.

O grande desafio que a cultura alimentar atual traz é educar o paladar para sabores naturais. As crianças de hoje já nasceram sob a influência de uma cultura alimentar sintética que oferece produtos ricos em açúcares, gorduras e aditivos químicos que realçam ou criam novos sabores, muitas vezes, inéditos ao paladar. Praticamente tudo o que se consome atualmente não é mais, em sentido estrito, comida, e a forma como se está consumindo esses produtos – no carro, na frente da tevê ou do tablet e, cada vez mais, sozinhos – não é realmente comer, pelo menos no sentido em que a civilização entende o termo.

Com uma frequência cada vez maior, venho observando paladares infantis viciados em sabores intensos e artificiais, que não mais reconhecem o sabor natural dos alimentos. As frutas, os vegetais e os alimentos que vêm da natureza, e não da indústria, passaram, para grande parte das crianças, a ser considerados sem graça, sem gosto e sem representatividade.

É importante perceber que por mais estranhos e insustentáveis que às vezes possam parecer, os hábitos de consumo que nos distinguem fazem parte de nossas estruturas perceptivas e não podem ser cancelados, mas somente enriquecidos e renovados através de novas experiências. E esse é o papel intransferível do nutricionista: educar pelo gosto e não por fatos (“faz bem”, “é saudável”), uma vez que comida corresponde àquilo que é consumido com algum sentimento e que pode satisfazer as necessidades fisiológicas, os olhos, o nariz, a boca e o imaginário.”



Atendimento Nutricional na Barra da Tijuca

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Eventos // 29 de julho de 2014

Vídeos

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação do Bebê Mídia Serviços //

videos

A SÉRIE DE VÍDEOS ABAIXO FOI GRAVADA PARA O SITE AMAMENTAR É DA JORNALISTA CHRIS NICKLAS


  • Sobre o efeito protetor do leite materno:

 


  • Sobre Licença Maternidade e a alimentação do bebê com 4, 5 e 6 meses:


  • Sobre a importância do aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade:


  • Sobre como conciliar a introdução de alimentos na dieta do bebê com o aleitamento materno em livre demanda:

Página 1 de 212