Opções mais saudáveis de sucos industrializados

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação do Adolescente Dicas da Nutricionista Eventos // 11 de março de 2013

Muitos pacientes têm me perguntando sobre opções mais saudáveis dentre os produtos industrializados no geral, então, decidi postar por aqui os meus escolhidos. Vou começar pelo suco, por ser um dos produtos mais consumidos, principalmente, por quem leva lanches de casa para rua e por crianças nas escolas.

Vale ressaltar que a melhor opção sempre será o suco natural, feito e tomado na hora. Em segundo lugar, o suco da polpa da fruta. Mas, nos momentos em que precisamos de alguma alternativa mais prática, alguns sucos industrializados se sobressaem quando o assunto é qualidade:

Do Bem: Sem conservantes, corantes, aromatizantes e outros ‘antes’ que dão nome aos famosos aditivos químicos. Além dos sucos de fruta, a linha também oferece água de coco, chá mate com limão e suco de frutas mistas. Mas atenção, a limonada tem adição de açúcar, a maioria não tem.

Smoothies da Jasmine: Purê de fruta pura, sem conservantes e sem adição de açúcar ou aditivos químicos, em uma prática embalagem de 90 gramas que pode ser levada a qualquer lugar. Rico em vitamina C, é ideal para o lanche da manhã, da tarde, antes da academia ou para ser levado na lancheira das crianças. Uma porção de Smoothie Jasmine supre a necessidade de uma das cinco porções diárias de frutas e verduras recomendadas pela OMS.

Green Day: Sucos integralmente derivados da fruta, sem adição de água, açúcar ou edulcorante. Opções em embalagens para lancheira: maçã, uva branca e roxa, maçã com pêra.

Ceres: Oferece o puro sumo de fruta. Sem adição de açúcar, corantes ou conservantes.

Fast Fruit: Sabores laranja, laranja com manga e laranja com mamão. Sem conservantes e açúcar, mas com aromatizante.

Fazenda Bela Vista: Suco de laranja integral, sem adição de açúcar e conservantes.

EcoCitrus: Oferece sucos concentrados de frutas orgânicas. São isentos de conservantes e corantes. Sabores: laranja, tangerina e uva integral.

Suvalan: Sem adição de açúcar e conservantes. Possui vários sabores.

Suco de Maçã do Yakult: Feito com suco de maçã concentrado, não contém conservantes e aditivos artificiais, nem adição de açúcar ou adoçantes. Contém aromatizante artificial.

Suco de uva integral: Feitos do puro sumo da uva branca ou tinta. Existem várias marcas.

Suco de laranja da Native: Suco orgânico, sem adição de açúcar e conservantes, contém aromatizante. Os outros sabores têm adição de açúcar, porém, não possuem conservantes também.

Um beijo e até a próxima com mais dicas sobre os industrializados.

Naila Soares

Alimentação Infantil – Em defesa do real sabor

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação do Adolescente Eventos // 27 de setembro de 2012

“Todos os homens se nutrem, mas poucos sabem distinguir os sabores.”
Confúcio

O paladar, já há algum tempo, vem deixando de ser um norteador para as escolhas alimentares. Existe pouco espaço para a valorização do sabor em uma cultura na qual os nutrientes imperam sobre a comida e sobre todo o contexto no qual ela se insere. Essas substâncias que compõe o alimento, os nutrientes, não podem ser vistos nem saboreados, são discerníveis apenas em laboratórios científicos. Portanto, observa-se um movimento sociocultural em que o prazer proporcionado pela comida vem dando lugar ao prazer de consumir o que é dito saudável.

As crianças de hoje já nasceram sobre a influência dessa cultura alimentar reducionista e sintética imposta pela indústria alimentícia e, cada vez mais, pela mídia. Estudos comprovam que as preferências alimentares de bebês e crianças são influenciadas desde a vida intra-uterina, através do consumo materno durante a gestação. Portanto, desde o útero vêm-se entrando em contato com sabores artificiais.

Para serem aceitos pela população e conseguirem se passar por comida, os alimentos sintéticos precisam ser ricos em açúcares, gorduras, edulcorantes e aditivos químicos que realçam ou criam novos sabores, muitas vezes, inéditos ao paladar. Praticamente tudo o que se consome atualmente não é mais, em sentido estrito, comida, e a forma como se está consumindo esses produtos – no carro, na frente da tevê e, cada vez mais, sozinhos – não é realmente comer, pelo menos no sentido em que a civilização entende o termo.

Na infância é tempo de constituir a competência alimentar, a autonomia sobre o desejo em relação aos alimentos, a escuta do próprio corpo e, também, é tempo de dar nomes e significados à comida. Nessa fase ocorre a constituição do paladar e, consequentemente, as preferências alimentares são formadas. Com uma freqüência cada vez maior, vêm-se observando paladares viciados em sabores intensos e artificiais, que não mais reconhecem o sabor natural dos alimentos. As frutas, os vegetais e os alimentos que vêm da natureza e não da indústria passam a ser considerados sem graça, sem gosto e sem representatividade.

Como os receptores do olfato, os do paladar estão sujeitos à perda de sensibilidade e, se estimulados em excesso, seu limiar de sensibilidade aumenta. É preferível, portanto, evitar o consumo de alimentos aditivados quimicamente ou adoçar e salgar excessivamente a comida, para impedir que o desgaste dos receptores do paladar nos leve, como em um círculo vicioso, a adoçar e salgar cada vez mais.

Torna-se evidente, portanto, o risco de nos tornarmos consumidores guiados por sentidos cada vez menos capazes de selecionar e distinguir. Essa incapacidade se reflete no comprometimento das nossas potencialidades, inclusive da nossa habilidade de fazer escolhas diferenciadas e múltiplas. É importante perceber que por mais estranhos e insustentáveis que às vezes possam parecer, os hábitos de consumo que nos distinguem fazem parte de nossas estruturas perceptivas e não podem ser cancelados, mas somente enriquecidos e renovados através de novas experiências.

Por Naila Soares

A comida é o personagem

0 Comentários // em Alimentação da Criança Eventos // 5 de julho de 2011

Às vezes é complicado fazer com que seu filho coma, com gosto, alimentos saudáveis, como frutas, legumes e verduras. O livro Brincando com a comida, criado por Vanessa Dualib e publicado pela Editora Alaúde, pode ser um aliado nessa hora. Por meio de fotografias divertidas, a comida vira personagem de histórias bem-humoradas, que conquistam crianças e adultos, de todas as idades. Veja alguns exemplos:

(Fonte: Casa e Jardim)

Toda refeição é uma oportunidade

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação do Adolescente Eventos // 14 de junho de 2011

Doença celíaca e alimentos permitidos em uma dieta isenta de glúten

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Muitas crianças têm alergia a algum tipo de alimento, geralmente corantes, ou ao leite, por exemplo. Pense, então, numa intolerância a um produto que está presente em vários alimentos, os mais comuns no nosso dia a dia, como pão, macarrão, biscoitos, bolos e mingaus. Este elemento é o glúten, uma proteína presente no trigo, no centeio, na aveia, na cevada e no subproduto da cevada – o malte. A parte tóxica do glúten para o celíaco é chamada de prolamina, que corresponde a 50% da proteína do glúten que não se dissolve na água e que é solúvel no etanol.

Para a criança apresentar intolerância ao glúten ela precisa ter dois fatores:
1 – predisposição genética, isto é, nascer com chance de desenvolver esta intolerância;
2 – comer alimentos que contenham glúten. Esta intolerância é para a vida toda e acontece, principalmente, porque o glúten danifica o intestino delgado e com isso prejudica a absorção dos nutrientes dos alimentos.

Alimentos permitidos na dieta isenta de glúten

CEREAIS: arroz, milho, painço e os pseudocereais quinoa, amaranto, trigo sarraceno.

FARINHAS e FÉCULAS: farinha de arroz, amido de milho (tipo “maisena”), fubá, farinha de mandioca, fécula
de batata, farinha de soja, polvilho, araruta, flocos de arroz e milho.

MASSAS: feitas com as farinhas permitidas.

VERDURAS, FRUTAS E LEGUMES: todos, crus ou cozidos.

LATICÍNIOS: leite, manteiga, queijos e derivados (se não houver intolerância à lactose).

GORDURAS: óleos e azeites.

CARNES: bovina, suína, frango, peixes, ovos e frutos do mar.

GRÃOS: feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja.

SEMENTES OLEAGINOSAS: nozes, amêndoas, amendoim, castanhas da Amazônia e caju, avelãs, macadâmias, linhaça, gergelim, abóbora, etc.

OBS: Dependendo da fase do tratamento, o tipo de leite, açúcar e gordura são especiais. Siga rigorosamente as recomendações do seu nutricionista.

Video divertido para assistir com seu filhote que não quer comer nada

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