Semana de Atenção à Saúde e Alimentação Infantil

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação do Adolescente Eventos // 5 de março de 2016

Entre os dias 29 de março e 04 de abril, eu e vários outros especialistas nos reuniremos neste evento online e gratuito para discutirmos a alimentação infantil. Uma semana que promete transformar o modo de pensar a alimentação dos pequenos e ajudar muitas famílias a entender que comida de criança é comida de verdade.

O tema da minha palestra será: “Meu filho não come, e agora?”

Confiram a programação e se inscrevam no site: www.maesefilhosemacao.com.br

12795527_1226075297422345_6306937319441258062_n

Afinal, o que deve ter nas lancheiras das crianças?

0 Comentários // em Alimentação da Criança // 10 de junho de 2015

Como-conservar-os-alimentos-na-lancheira-das-criancas

Nessas últimas semanas, muita polêmica e discussão rolaram, mundo virtual afora, sobre o que as crianças devem ou não levar de lanche para a escola. Tudo começou quando a nutricionista e apresentadora Bela Gil postou uma foto da lancheira da sua filha Flor, composta por banana da terra cortada em rodelas, granola caseira, batata doce e uma garrafinha de água (uau!). Foi o suficiente para que uma infinidade de comentários indignados invadisse as redes sociais e trouxesse à tona o assunto “lanche escolar”. Pois, então, vamos falar sobre ele.

O lanche escolar é uma refeição intermediária, que serve para fornecer energia às crianças entre duas refeições maiores. Portanto, um lanche equilibrado e nutritivo garante o combustível necessário para um melhor desempenho escolar, além de fornecer nutrientes essenciais para que a criança se desenvolva e cresça adequadamente. Infelizmente, muitas famílias subestimam a importância dos lanches e acabam montando lancheiras recheadas de produtos artificiais ricos em açúcar, gorduras e aditivos químicos. Ou seja, as crianças não só são privadas do combustível necessário, como gastam suas reservas para excretar do organismo várias substâncias estranhas ao corpo. Sabem aqueles nomes estranhos que vocês mal conseguem ler nos rótulos? Pois é, eles mesmos!

Portanto, a regra de ouro para preparar o lanche ideal é que, na medida do possível, os ingredientes e as preparações sejam as mais caseiras e naturais possíveis. Ou seja, evitem, ao máximo, os lanches prontos que são vendidos em supermercados. Ao comprarem biscoitos, pães e outros produtos prontos, escolham aqueles com o menor número de ingredientes, que contenham ingredientes legíveis e com datas de validades menores, como os produtos feitos em padarias. Estes são alguns sinais de que esses produtos estão mais próximos dos caseiros. Afinal, quando preparamos biscoitos em casa, eles não levam mais de 10 ingredientes, nem ingredientes cujo nome não conseguimos ler e, muito menos, duram um mês nas estantes das nossas cozinhas, não é?

O QUE DEVE TER NA LANCHEIRA?

Para um lanchinho completo e rico em nutrientes, o importante é combinar os três grupos alimentares abaixo:

Alimentos Energéticos – ricos em carboidratos:

  • Pães;
  • Pão de queijo;
  • Tapioca (sempre que possível, enriqueça a goma da tapioca com chia – para uma colheres de sopa da goma pronta, acrescente uma colher de chá de chia);
  • Wrap;
  • Biscoitos sem recheio;
  • Cereais ou granola sem adição de açúcar;
  • Bolos caseiros simples sem recheio ou cobertura;
  • Milho cozido;
  • E, sim, batata doce cozida ou outro tubérculo da preferência da criança.

Alimentos Construtores – ricos em proteínas:

  • Queijos: minas frescal, minas padrão, mussarela de búfala, cottage, ricota, requeijão;
  • Manteiga;
  • Iogurtes;
  • Leite fermentado;
  • Leite;
  • Carnes como atum e frango desfiado para recheios de sanduíches;
  • Pastinha de grão-de-bico (húmus) ou a base de queijos.

Alimentos Reguladores – ricos em vitaminas e minerais:

  • Frutas inteiras, picadinhas ou salada de frutas;
  • Mix de frutas secas e castanhas;
  • Geleias de frutas sem adição de açúcares;
  • Sucos naturais, da polpa congelada ou sucos prontos sem adição de açúcar e aditivos químicos como conservantes, aromatizantes e corantes;
  • Água de coco;
  • Vegetais para rechear sanduíches ou mesmo em pedacinhos ou palitinhos. As crianças adoram as versões babys, como cenoura baby e tomate cereja.

QUATRO DICAS PARA UMA LANCHEIRA SAUDÁVEL:

DICA 1: Sempre que possível, preparem pães, biscoitos e bolos em casa. Quando vocês cozinham para os seus filhos, eles comem somente aquilo que vocês gostariam que eles comessem: alimentos frescos, ingredientes de qualidade e ricos em vitaminas e minerais, açúcar e sal na medida certa, gorduras boas e, o melhor, sem a adição de substâncias estranhas ao organismo da criança, como conservantes, corantes, aromatizantes, espessantes, etc. Cozinhem! Seus filhos agradecem.

DICA 2: Dêem preferência aos pães, biscoitos e bolos integrais, pois, além de serem mais nutritivos, liberam o açúcar para o sangue de forma mais lenta, ou seja, garantem o fornecimento de energia para as crianças de forma mais constante e por mais tempo. Os picos de glicose no sangue podem levar à sonolência e dificuldades de concentração.

LANCHEIRADICA 3: Os bolos são boas fontes de carboidratos, desde que preparados de maneira saudável, com menor quantidade de farinha branca, por exemplo. Parte desta pode ser substituída pela farinha de trigo integral, aveia ou biomassa de banana verde. O açúcar comum pode ser trocado pelo açúcar de coco ou pelo mascavo. Algumas receitas usam somente o açúcar das frutas para adoçar, usando, por exemplo, bananas bem maduras e docinhas e frutas secas como uvas-passas, tâmaras, damascos e ameixas.

DICA 4: Para beber, a melhor alternativa é a água. Eventualmente, um suco de frutas diluído em água pode ser enviado para acompanhar o lanche. Nesses dias, a fruta não deve ser enviada junto com suco. É importante que se encoraje o consumo da fruta in natura ao invés do suco de fruta, por conter mais fibras e liberar a frutose (açúcar da fruta) de forma mais lenta para o sangue, evitando picos sanguíneos de açúcar que, em longo prazo, estão relacionados ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. Iogurtes, leites e água de coco podem fazer parte da lancheira. Mas, para matar a sede, sempre enviem uma garrafinha térmica com água.

O QUE NÃO DEVE FAZER PARTE DA LANCHEIRA:

Conversem com os pequenos sobre suas preferências. Reservem um momento para montar um cardápio semanal ou quinzenal junto com eles. Assim, vocês se programam e ainda podem negociar alguns itens para estimular o apetite. Tomem cuidado com alguns alimentos que, de preferência, não devem compor a lancheira:

  • Sucos prontos tipo néctar de fruta que possuem apenas de 20-30% de suco de fruta e podem conter corantes, aditivos, conservantes, grande quantidade de açúcar e sódio. Refrescos também não são boas opções, pois possuem menos que 20% de suco de fruta e podem conter grandes quantidades de açúcar e aditivos químicos.
  • Bebidas a base de soja, que além de possuírem uma grande quantidade de sódio e aditivos químicos, contêm isoflavona (substância semelhante ao hormônio feminino estrógeno) em sua composição. Ainda não sabemos os efeitos dessa substância em um sistema reprodutivo imaturo como o da criança.
  • Snacks e salgadinhos de pacote.
  • Salgados fritos ou qualquer outra preparação frita e rica em gordura.
  • Alimentos ricos em açúcares como balas, chocolates, chicletes, biscoitos recheados, achocolatados, refrigerantes, biscoitos recheados, bolos com recheios ou cobertura e outras guloseimas.

CARDÁPIO SEMANAL DE LANCHE ESCOLAR:

SEGUNDA

Suco de laranja com acerola na garrafinha térmica + Milho verde cozido + Espetinho de queijo minas frescal com tomatinhos cereja

TERÇA

Água geladinha na garrafa térmica + Salada de frutas polvilhada com lascas de amêndoas + Wrap integral com pastinha de frango desfiado, cenoura ralada e alface ou agrião baby (use requeijão para dar liga)

QUARTA

Água geladinha na garrafa térmica + Iogurte natural com mel + Espetinho de frutas (pode comer passando no iogurte, como um molho) + Bolo caseiro integral (de cacau, laranja, maçã, banana ou cenoura)

QUINTA

Água de coco (pode ser de caixinha, porém, opte pelas versões sem conservantes e aromatizantes artificiais) + Grissinis de gergelim (biscoitos em formato de palito) e húmus (pasta de grão-de-bico) para comer petiscando + Cenourinhas baby

SEXTA

Água geladinha na garrafa térmica + Iogurte com granola sem adição de açúcar (mande a granola em um saquinho ou potinho à parte) + Frutas picadas polvilhadas com uvas-passas

Cookies de banana, coco e aveia sem açúcar

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação da Lactante Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Receitas // 6 de maio de 2015

11126725_10206592483988483_1052430077_nEsse biscoitinho é uma ótima opção para os bebês de 1 ano que estão começando a comer a comida da família e que, nem por isso, devem receber lanchinhos cheios de açúcar, gordura hidrogenada e substâncias estranhas ao organismo, como conservantes, corantes, espessantes, aromatizantes, etc.

Ao preparar biscoitos e pães em casa, assim como as outras refeições, você garante que seu filho está comendo somente aquilo que você gostaria que ele comesse: comida de verdade, cheia de ingredientes frescos e de qualidade.

Claro que essa receita vale para todas as crianças e até para os adultos. É super prática de preparar, até as mamães que não são fãs da cozinha podem se aventurar. Aí vai a receita:

INGREDIENTES:
– 5 bananas pequenas amassadas (ou 3 grandes)
– 50 ml de leite de coco
– 3 colheres de sopa de coco ralado
– 1 1/2 xícara de aveia em flocos
– 2 colheres de sopa de uvas-passas (ou ameixas secas ou tâmaras picadinhas)

MODO DE PREPARO:
Em uma tigela, misture todos os ingredientes até que fiquem bem incorporados. Molde no formato que desejar e coloque em uma assadeira em forno baixo preaquecido por 15 minutos. Fica molinho por cima e mais durinho por baixo. As crianças amam!
Duram 3 dias em pote bem fechado.

DICA DA NUTRI:
O biscoito fica bem docinho para o meu paladar e, com toda certeza, para o dos bebês também. Mas caso prefiram acrescentar um docinho, sugiro que seja o mel, melado, açúcar de coco ou açúcar mascavo, apenas 1 colher de sobremesa para esta receita. Lembrando que quanto mais açúcar ingerimos, mais nosso paladar fica condicionado e menos sentimos o sabor doce nos alimentos. É muito importante educar, desde cedo, o paladar das crianças para sabores mais naturais e suaves, como, no caso, o docinho da banana e das uvas-passas desses cookies.

Quando introduzir ovo, peixe e glúten na papinha do bebê?

0 Comentários // em Alimentação do Bebê // 30 de abril de 2015

11198575_10206552874318266_587677618_nEssa é uma questão que vem sendo bastante estudada nos últimos tempos e, ultimamente, tenho recebido em meu consultório muitos pais mal orientados sobre quando introduzir esses alimentos, considerados mais alergênicos, na alimentação dos seus filhos.

Ao contrário do que muito se fala por aí, não há nenhum estudo científico que comprove que postergar a introdução desses alimentos na dieta do bebê diminua as chances de desenvolver alguma alergia. Pelo contrário! Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria:

“A introdução de certos alimentos potencialmente alergênicos, como ovo e peixe, pode ser realizada a partir do sexto mês de vida mesmo em crianças com histórico familiar de alergia alimentar. Os estudos que avaliaram os benefícios dessa introdução a partir dos 6 meses, e não tardia, observaram menor risco de desenvolvimento futuro de desfechos alérgicos. A introdução após 1 ano parece aumentar ainda mais os riscos de alergia.”

E aí vem a pergunta: mas porque aos 6 meses?

Porque nessa fase existe um período chamado “janela imunológica” onde os alimentos como ovo, peixe e glúten passam a ter um fator alergênico menor.

INDICAÇÃO DE INTRODUÇÃO SEGUNDO A SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA

11178416_10206552874558272_1326706349_nOVO: a partir dos 6 meses. O risco de alergia ao ovo aumenta em 1,5 vezes quando introduzido após os 9 meses e 3 vezes quando introduzido após 1 ano. É importante que se cozinhe bem o ovo em água fervente por 15 minutos até que fique bem duro, evitando assim, uma possível intoxicação por bactéria como a salmonela. Ofereça primeiro a gema aos poucos, para depois oferecer a clara.

PEIXE: a partir dos 6 meses. Se introduzirmos antes dos 9 meses diminui em 24% o risco de dermatite. Sempre indico peixes de sabor mais suave e com pouca/sem espinha: linguado, merluza, tilápia, badejo, pescada, robalo. Desfie bem para assegurar a ausência de espinhas.

GLÚTEN: a partir de 6 meses. O risco de desenvolvimento de doença celíaca se eleva com a introdução de alimentos contendo glúten antes dos 3 meses ou após os 7 meses em bebês geneticamente predispostos. Tal introdução (precoce ou tardia) pode também estar associada com risco elevado de diabetes tipo 1. E em qual alimento o glúten pode ser encontrado nessa fase de introdução alimentar? Principalmente no macarrão, pães e biscoitos a base de farinha de trigo. Lembrando que pães e biscoitos só entram na alimentação do bebê a partir de 1 ano de idade. Portanto, aos 6 meses, é indicado introduzir o macarrãozinho.

LEMBRETE IMPORTANTE:

A recomendação de introdução do leite de vaca e seus derivados, assim como das oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc) é a partir de 1 ano de idade.

 

Nutri deseja a todos: Boas Festas!

0 Comentários // em Eventos // 24 de dezembro de 2014

naila-emkt-v2 (1)

Rabanada Kids

0 Comentários // em Alimentação da Criança Receitas // 22 de dezembro de 2014

thumbrabanada_light_com_mel_e_coco_vigilantes_do_peso

Uma receitinha das boas, com ingredientes de primeira qualidade e muito mais prática e saudável que a tradicional rabanada das festas de final de ano. As crianças vão adorar comê-las no café da manhã de Natal. Aí vai a receita:

RABANADA DE ABACAXI, COCO E MEL

  • 1 ovo
  • ½ xícara de suco de abacaxi sem açúcar
  • 2 colheres de sopa de açúcar-mascavo
  • ½ colher de chá de canela em pó
  • 8 fatias de pão integral tipo baguete
  • óleo de coco para untar
  • 2 colheres de sopa de mel
  • 2 colheres de sopa de coco ralado adoçado

Em uma tigela grande, bata o ovo, o suco de abacaxi, o açúcar e a canela, até formar uma mistura homogênea. Mergulhe as fatias de pão na mistura, envolvendo os dois lados, até ficarem encharcadas. Aqueça uma frigideira antiaderente grande em fogo médio e unte com óleo de coco. Cozinhe as fatias de pão, aos poucos, por 2 minutos de cada lado, até ficarem douradas por completo. Transfira as rabanadas para um prato, regue com o mel e salpique o coco por cima.

A Ceia de Natal do Bebê – Dicas e Receitas

0 Comentários // em Alimentação do Bebê Eventos Receitas // 21 de dezembro de 2014

foto (5)

Este será o primeiro Natal do seu bebê, um momento de alegria e celebração e, claro, ele não poderá ficar de fora de um dos momentos mais prazerosos da noite: a ceia. Porém, sabemos que nem tudo é permitido na alimentação dos pequenos até 1 ano de idade, e alguns cuidados devem ser tomados:

  • Alguns pratos da ceia da família podem ser usados para o preparo da papa do bebê, como, por exemplo, as carnes do peru e chester, a lentilha e o grão-de-bico, o arroz com frutas secas e os legumes cozidos, portanto, atenção na hora de usar os temperos, opte pelos mais naturais (alho, cebolinha, salsa, coentro, sálvia, cebola, alho-poró, alecrim, manjericão, etc) e use pouco sal. Excepcionalmente, seu bebê poderá comer uma papinha com um pouco de sal, sem problemas. Caso a família seja adepta das comidas mais condimentadas, sempre existe a possibilidade de fazer a papa do bebê separadamente, entretanto, usando os mesmos ingredientes da ceia da família. Fica a critério de vocês.
  • Evite oferecer carnes muito gordurosas, como tender, pernil e lombo de porco, por exemplo. Escolha cortes mais magros, como o peito das aves, e sempre descarte as peles. Preparações cozidas, assadas ou grelhadas devem ser priorizadas. As frituras não devem fazer parte da ceia dos bebês.
  • O bacalhau e os frutos do mar não devem ser oferecidos para bebês menores de 1 ano de idade.
  • Essa é uma excelente época para os pequenos provarem frutas que não fazem parte da rotina alimentar durante o ano, como a lichia, as tâmaras, as cerejas e as frutas secas (ameixa, damasco e passas). Todas elas podem ser oferecidas a partir dos 6 meses de idade, sempre adequando a consistência e o modo de preparo à capacidade do bebê. As frutas secas, por exemplo, podem ser cozidas e amassadas ou levemente processadas para serem oferecidas para bebês que estão começando a introdução alimentar. Já os bebês que aceitam pedacinhos, as frutas podem ser apenas picadinhas. Lembrando que as frutas em calda têm muito açúcar e não devem ser oferecidas.
  • Os doces e sobremesas em geral não devem ser oferecidos. O açúcar, em quantidades moderadas, só deve fazer parte da alimentação das crianças maiores de 2 anos.
  • As sementes oleaginosas (nozes, avelãs, castanhas, pistaches, amendoins) são bastante alergênicas e só devem ser oferecidas após o primeiro ano de vida.
  • Para petiscar, legumes cozidos al dente para comer com a mão são uma ótima pedida, os bebês adoram ficar mordiscando e chupando brócolis e cenouras em palitinhos. Fiquem atentos às quantidades, para que eles não deixem de comer a papa da ceia, super nutritiva e carinhosamente preparada especialmente para eles.

SUGESTÕES DE PAPINHAS PARA A CEIA

- SALGADAS -

vitrine03_papinhasOrganixas1

Papa de peru, arroz com passas, lentilha, cenoura e espinafre

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de alecrim
  • 1 fatia pequena de peito de peru assado
  • 2 colheres de sopa de arroz com passas cozido
  • 1 colher de sopa de lentilha
  • 1 colher de sopa de cenoura picadinha em cubos
  • 1 colher de sopa de espinafre picado fininho

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente a lentilha e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a cenoura e deixe que cozinhe até ficar macia, para então acrescentar o espinafre, o peru o arroz com passas e o alecrim. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronto. Desfie o peru e amasse com um garfo o restante dos alimentos cozidos.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de chester, mandioquinha, grão-de-bico, damasco, brócolis e couve-flor

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de sálvia
  • 1 fatia pequena de peito de chester
  • 2 colheres de sopa de mandioquinha picada em cubos
  • 1 colher de sopa de grão de bico
  • 1 damasco seco (previamente hidratado em água filtrada por 30 minutos)
  • 1 florete de brócolis
  • 1 florete de couve-flor

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente o grão-de-bico e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a mandioquinha, o brócolis e a couve-flor e deixe que cozinhem até ficarem macios, para então acrescentar o damasco, o chester e a sálvia. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronto. Desfie o chester e amasse com um garfo o restante dos alimentos cozidos.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de maminha assada com manjericão, batata inglesa, lentilha, abóbora e acelga

  • 1 colher de chá de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de chá de cebola bem picadinha
  • 1 colher de chá de salsinha bem picadinha
  • 1/2 fatia de maminha assada com manjericão
  • 2 colheres de sopa de batata inglesa picadinha em pequenos cubos
  • 1 colher de sopa de lentilha
  • 2 colheres de sopa de abóbora picadinha em cubos
  • 1 colher de sopa de acelga picada bem fininha

Leve o azeite, o alho e a cebola para refogar. Acrescente a lentilha e cubra com água para cozinhar. Quando começar a amolecer, coloque a abóbora e a batata, deixe que cozinhem até ficarem macias, para então acrescentar a acelga e a salsinha. Cozinhe por mais 5 minutos e está pronta. Acrescente a maminha picada em pedaços bem pequenos ou, se seu bebê está começando a comer agora, a carne poderá ser levemente triturada, assim como a acelga. O restante dos alimentos deverão ser amassados com um garfo ou picadinhos, dependendo do estágio de desenvolvimento do seu bebê.

Rende de 1 a 2 porções.

- DOCES -

papinha-gourmet-bazaar-kids-interna

Papa de pera, erva-doce e lichia

  • 1 pera sem casca picadinha
  • 1 colher de sopa de lichia picada
  • ½ colher de chá de erva-doce

Cozinhe a pera no vapor junto com a erva-doce até que fique bem molinha. Despreze a erva-doce e amasse, espere esfriar, amasse a pera e a lichia com um garfo e sirva.

Rende de 1 a 2 porções.

Papa de tâmaras e banana

  • 3 tâmaras
  • 1 banana

Coloque as tâmaras em água fervente por 5 minutos, despreze os caroços e processe-as com um mixer ou no liquidificador. Amasse a banana com um garfo e misture as tâmaras processadas. Sirva morno ou temperatura ambiente.

Rende 1 porção.

Papa de pêssego e cereja

  • 1 pêssego sem casca e semente
  • 5 cerejas frescas sem cascas e sementes

Pique e amasse com um garfo o pêssego e as cerejas, sirva gelado.

Rende 1 porção.

BOAS FESTAS!

Quanto de água a mãe que amamenta deve beber por dia?

0 Comentários // em Alimentação da Lactante // 18 de dezembro de 2014

É muito comum a mãe que está amamentando se preocupar muito com os alimentos que está consumindo e esquecer que o consumo adequado de água e tão importante quanto a alimentação para a produção do leite. A grande questão que essas mães trazem é: quanto de líquidos eu devo beber por dia?

Bati um papo com a Chris Nicklas do Amamentar é sobre essa questão. Assistam:

Geleia caseira de ameixa para constipação intestinal

0 Comentários // em Alimentação da Criança Alimentação da Gestante Alimentação da Lactante Alimentação do Adolescente Alimentação do Bebê Dicas da Nutricionista Receitas //

10833670_10205451929155325_155921616_nEssa geleia é bastante famosa entre meus pacientes que chegam até mim com queixa de intestino preso. Além de ser uma forma natural e nutritiva para tratar a constipação intestinal, ela também é bem gostosa e vai bem com iogurtes naturais, pães ou biscoitos, como recheio de bolos ou mesmo pura, como doce de colher. Para os bebês, ela pode ser acrescentada às papinhas de fruta ou pode ser dada pura, também.

Ela pode ser preparada de duas maneiras, que surtem o mesmo efeito: somente com ameixas secas ou com ameixas secas e damascos secos em proporções iguais. Depende do seu paladar ou do paladar da criança, vale testar as duas para decidir qual a preferida ou mesmo intercalar o consumo, para variar.

Recomendo que se consuma até 2 colheres de sopa cheias ao dia. Para crianças e bebês, pode-se começar a oferecer de 1 a 2 colheres de sobremesa por dia, observando aceitação, podendo aumentar para até 2 colheres de sopa. Geralmente 2 colheres de sobremesa funcionam muito bem.

Aí vai a receita com algumas fotos da que eu fiz hoje em casa somente com umas ameixas que estavam paradas na geladeira.

INGREDIENTES

- 2 xícaras de ameixas secas (ou 1 xícara de ameixas secas mais 1 xícara de damascos secos)

- Água suficiente para cobrir as frutas

- 2 pauzinhos de canela

OBS.: Na minha, usei mais temperinhos, porque gosto dela mais picante. Usei, além da canela em pau: cardamomo em pó, cravo-da-índia em pó, gengibre em pedacinhos e em pó e canela em pó. A quantidade fica a critério do paladar de vocês. Para crianças e, principalmente, bebês, recomendo usar somente a canela em pau para dar um gostinho durante o cozimento.

10850775_10205451929035322_1040034661_n

MODO DE PREPARO

Levar as ameixas secas ao fogo em uma panela com água suficiente para tampar, acrescente a canela e pau e demais temperos de sua escolha. Após fervura, abaixe o fogo e deixe reduzir, até sobrar somente as ameixas já bem molinhas e desmanchando. Retire os paus da canela e bata em um processador ou liquidificador até alcançar a consistência da sua preferência.

OBS.: A que eu fiz hoje e que aparece na foto, eu não processei, apenas fui amassando com a colher durante o cozimento para formar uma geleia. Para bebês e crianças, processar aumenta a aceitação.

 

Papinhas para o almoço e jantar do bebê

0 Comentários // em Alimentação do Bebê Eventos Receitas // 22 de novembro de 2014

papinha-de-nenem7

As receitas abaixo podem ser oferecidas para os bebês que já passaram pela fase inicial de introdução dos alimentos e já comem a papinha completa, com alimentos de todos os grupos alimentares. Para quem não sabe, no início da introdução alimentar, os alimentos vão sendo oferecidos um a um, aos poucos, por exemplo: no primeiro dia, uma papinha só de batata inglesa é oferecida, no segundo dia, uma papinha de cenoura, no terceiro, já se oferece uma papinha que contenha a batata inglesa mais a cenoura. E assim por diante, até que o bebê tenha contato com todos os alimentos permitidos para a idade e comece a comer a papinha completa. Isso geralmente ocorre ao final do primeiro mês de introdução da alimentação complementar e  início do segundo mês.

A papinha completa é composta por um alimento de cada grupo abaixo:

  1. CARNES, PEIXES E OVOS: Carne de boi magra (filé mignon, maminha de alcatra, coxão mole ou chã de dentro, patinho), Frango orgânico sem pele, Fígado, Ovo caipira, Peixe de sabor suave (linguado, merluza, cação).
  2. LEGUMINOSAS: Ervilha, Feijão, Lentilha, Grão de bico.
  3. TUBÉRCULOS E CEREAIS: Aipim, Arroz branco, Batata doce, Batata baroa, Batata inglesa, Inhame, Macarrão.
  4. HORTALIÇAS: Abóbora, Abobrinha, Acelga, Agrião, Alface, Berinjela, Brócolis, Bertalha, Cenoura, Chuchu, Couve, Couve-flor. Espinafre, Quiabo, Repolho, Rúcula, Taioba, Vagem (OBS.: Desse grupo devem ser escolhidos de dois a três ingredientes diferentes).
  5. TEMPEROS: Alecrim, Alho, Alho-poró, Cebola, Cebolinha, Coentro, Erva-doce, Hortelã, Manjericão, Orégano,  Salsa,  Sálvia, Tomilho (OBS.: Os temperos podem ser usados a vontade, porém, fiquem atentos à quantidade, para que eles apenas realcem o sabor dos alimentos, e não o mascarem).
  6. GORDURAS: Azeite de oliva, Óleo de coco.

Abaixo, deixo 5 receitas de papinhas salgadas. Vale lembrar que, apesar das papinhas serem consideradas salgadas, não se utiliza sal no preparo. Os únicos temperos utilizados são os naturais, listados acima.

PAPINHA DE CARNE, MACARRÃO, FEIJÃO, CENOURA E BRÓCOLIS

© Copyright 2011 CorbisCorporation1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho moído
2 colheres de sopa de carne moída
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de macarrão para sopa
2 colher de sopa de cenoura picada em cubos
2 colher de sopa de brócolis picados
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e a carne moída. Acrescente, em seguida, a cenoura, o brócolis e o macarrão. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte o feijão e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

 PAPINHA DE FÍGADO, BATATA DOCE, FEIJÃO, ABÓBORA E ACELGA

1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho amassado
2 colheres de sopa de fígado cortado em cubos pequenos
1/2  batata doce pequena cortada em cubos
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de abóbora
2 colheres de sopa de acelga
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e o fígado. Acrescente em seguida a batata doce e a abóbora. Cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Junte o feijão e a acelga e cozinhe por mais 5 minutos. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

PAPINHA DE FRANGO, ERVILHA, FUBÁ, CENOURA E COUVE

337_papinha-de-fuba,-carne-moida-e-espinafre_b5f49323811 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 dente de alho amassado
2 colheres de sopa de frango picadinho em cubos
1 colher de sopa de ervilha
2 colheres de sopa de fubá
½ cenoura pequena picada em cubos
2 colheres de sopa de couve picada
½ xícara de chá de água filtrada
 
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, o alho e o frango. Acrescente em seguida a ervilha e a cenoura e cubra com água. Tampe a panela e cozinhe até que todos os ingredientes estejam bem macios e com um pouco de caldo. Acrescente a água fria e o fubá. Deixe cozinhar, sem parar de mexer até que o caldo fique encorpado. Junte a couve e cozinhe por mais 5 minutos. Se necessário, acrescente mais água. Amasse todos os ingredientes com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 6 meses.

PAPINHA DE PEIXE, BATATA INGLESA, ABÓBORA, BETERRABA E ESPINAFRE

0,,46196887,00
1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebola picada
1 colher de chá de salsinha picada
2 colheres de chá de suco de limão
2 colheres de sopa de peixe picado em cubos
1 batata inglesa pequena
2 colheres de sopa de abóbora picada em cubinhos
2 colheres de sopa de beterraba picada em cubinhos
2 colheres de sopa de espinafre picado
 
Deixe o peixe descansar por alguns minutos no suco de limão, para pegar um gostinho. Em uma panela, refogue a cebola no óleo e acrescente a salsinha e a beterraba, cubra com água. Deixe cozinhar um pouco. Quando começar a amolecer, acrescente a batata, a abóbora, o peixe e, por fim, as folhas de espinafre. Se necessário, acrescente mais água. Quando todos os ingredientes estiverem bem macios, amasse-os com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 9 meses, quando se recomenda a introdução dos peixes na alimentação do bebê.

 PAPINHA DE OVO, MANDIOQUINHA, FEIJÃO, CHUCHU, ABÓBORA E AGRIÃO

PapinhaAbobrinhaAboboraCarneAcelga1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de chá de cebolinha picada
1 ovo cozido picado
2 colheres de sopa de mandioquinha em cubos
1 colher de sopa de feijão cozido com caldo
2 colheres de sopa de chuchu em cubos
2 colheres de sopa de abóbora em cubos
2 colheres de sopa de agrião picado
 
Em uma panela, coloque o óleo, a cebolinha, a mandioquinha e cubra com água. Quando já estiver um pouco mais macia, acrescente o chuchu e a abóbora, deixe cozinhar. Quando todos os ingredientes já estiverem bem macios, acrescente o feijão e o agrião e cozinhe por mais 5 minutos. Depois de pronto, amasse com um garfo e sirva.
 
  • Rende 1 a 2 porções. Pode ser oferecida a partir dos 8 meses, após introdução da gema e da clara, separadamente, na alimentação do bebê.
 
 
Página 1 de 41234